sábado, 6 de novembro de 2010

na "buati"

Ontem fui a mais uma daquelas aventuras caretas. Sao verdadeiras experiencias antropologicas e diria até, epistemilogica, pois eu fico observando o metodo do acasalemnto ht. O problema é qdo de pesquisadora observadora passo a ser pesquisadora participante, mas q fique claro, por pura pressao do outro.
Sei que ando muito critica, afinal, vim pra ca sem ter vontade. Apenas por emprego. Rá..apenas..isso é tudo.
Bem, a boate é bem estilo boate de interior mesmo. Nada diferente das outras duas q eu fui. Muitos roceiros. Luzes pessimas. Pessoas feias. E o cara confirmou isso, qdo disse: Voce acabou com esta boate (na hora fiz cara de (?)), ele entendeu e disse q eu era a mais linda. Po, e por isso eu acabei?Eu pensei q eu tinha acabdo pelo fato deu estar fazendo carao. ah eu ja disse das músicas? Bem, eles sao ecléticos. Vulgo: NAo tem ambientes, nao tem outros djs. O cara tocou ate os classicos do funk (tigrao, as cachorras. Bem isso pra mim é um classico) E acho ate que eu, com meus playslist, era bem melhor que o dj.
Depois de passar a maior parte do tempo sentada, vem um cara perguntar meu nome. Detalhe, nem dei confiança. Como tem audacia de chegar?Sao essas coisas nesse meio careta que nao tenho paciencia
Me sinto um pedaçod e carne com seus lobos me avaliando. No meu meio nao é assim. Olhamos e so chegamos qdo temos a resposta. Inclusive, acho que sei chegar melhor que homem e é justamente por isso q me estresso com essas atitudes nessas boates.
Sem paciencia.

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